Água viva

Água: um elemento vivo.

Nesta vivência, vamos olhar juntos para a nossa relação com água. De que forma ela afeta a maneira que enxergamos e encaramos nossa vida?

A relação do ser humano com a água foi se transformando ao longo da história da humanidade. De um elemento mágico, que abrigava e expressava a força de deusas e deuses, a um recurso incorporado nos meios de produção econômica – nos transportes, na geração de energia, na alimentação – o entendimento humano sobre esse elemento da natureza essencial à vida tem gerado profundas mudanças nas formas como vivemos.

Trata-se de um convite a um contato profundo com a beleza, a força sutil, o movimento e a vida da água. Juntos exploraremos suas qualidades com caminhadas, práticas de observação, trabalho na terra, arte e um bom banho de lago.

Data: 19 a 21 de abril de 2019 (as pessoas podem chegar no dia 18 à noite)

Valores: R$ 1200 (quarto  single / duplo), R$ 960 (quarto triplo) e R$ 700 (alojamento)

Informações e reservas: contato.serrinha@gmail.com

 

PROGRAMAÇÃO

19 de abril – sexta feira
9h – chegada com café da manhã da roça
10h – caminhada inicial pela fazenda (curso do rio)
12h30 – almoço caipira
14h – experiências aquáticas no ateliê com Zé Bueno e Veridiana Aleixo
19h30 – noite de música, pizza e fogueira

20 de abril – sábado
7h30 – café
8h30 – mãos na terra e na água com Karin Hanzi
12h30 – almoço
14h – tarde livre para curtir a fazenda, com caminhada pelo Parque de Instalações
19h30 – jantar
20h30 – sessão de cinema rural

21 de abril – domingo
7h30 – café
8h30 – vivência agroflorestal
12h30 – almoço

 

FACILITADORES

José Bueno combina sua formação como arquiteto e mestre na arte Aikido para oferecer experiências e reflexões que relembrem o que é realmente importante para o viver e o conviver nos dias de hoje. É o que tem feito como cocriador da iniciativa Rios e Ruas, que, desde 2010, promove inúmeras ações para que milhões de pessoas descubram, vejam e queiram nossos rios limpos e livres novamente. Zé Bueno acredita que Deus está disfarçado entre nós como Água.

Karin Hanzi fez seu primeiro PDC aos 9 anos, com sua mãe Marsha Hanzi na Bahia, e cresceu visitando a fazenda do mestre da agrofloresta Ernst Gotsch. Formou-se em engenharia mecânica e trabalhou nessa área nos Estados Unidos e Suíça, mas ao retornar ao Brasil, em 2012, envolveu-se novamente com agrofloresta e permacultura. Trabalhou com Marsha Hanzi no Epicentro Marizá (Tucano, Bahia) e com Ernst Gotsch na Fazenda da Toca, como coordenadora do projeto de pesquisa e desenvolvimento em modelos para agrofloresta e desenvolvimento de mecanização adaptada à agrofloresta. Em 2015, fundou o Epicentro Dalva, hoje um centro de produção, formação e pesquisa da produção de alimentos em sistemas agroflorestais. O Dalva oferece modelos de fruticultura, horticultura, galinheiro, desassoreamento de rio e recuperação de nascentes, todos em SAFs.

Veridiana Aleixo estuda, pesquisa e pratica um olhar para o mundo inspirado na observação da natureza de J.W. Goethe. Busca cada vez mais difundir e construir coletivamente um olhar para as iniciativas e organizações humanas como processos vivos, em constante transformação e autocriação. É formada pelo ‘Programa Artistas do Invisível’ – realizado pelo Instituto Fonte (São Paulo/SP) e Allan Kaplan do Proteus Initiative (África do Sul) – que traz a abordagem goetheana para o campo social. Desde então tem participado de vários encontros de aprofundamento e reflexão sobre esta prática e em 2019 será cofacilitadora do programa ‘Profides – Profissão: desenvolvimento’ realizado pelo Instituto Fonte.